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    Hipotireoidismo

    HIPOTIREOIDISMO_FOTOO hipotireoidismo caracteriza-se pela produção insuficiente dos hormônios tireoidianos (T3 e T4). A prevalência de hipotireoidismo é alta na população, e sua incidência aumenta com a idade.

    Atualmente, a principal causa de hipotireoidismo na população é a tireoidite autoimune (processo inflamatório da tireoide), mas outras causas podem ser a deficiência de iodo na dieta (acontece raramente após ter ocorrido a adição de iodo ao sal de cozinha), cirurgias que retiram toda a tireoide, uso de iodo radioativo no tratamento do hipertireoidismo, uso de medicamentos, como a amiodarona e o lítio, e a radioterapia na região do pescoço.

    Os sintomas do hipotireoidismo são vários, e a intensidade deles, via de regra, depende do grau de deficiência hormonal.  Assim, podemos citar: fadiga, cansaço, ganho de peso, perda de memória, constipação (popularmente confundida com “prisão de ventre”), pele seca, rouquidão, inchaço, formigamentos, depressão, alteração dos ciclos menstruais e da fertilidade nas mulheres, além de unhas quebradiças e retardo mental nos recém-nascidos.

    O diagnóstico de hipotireoidismo é simples e depende da dosagem dos hormônios TSH e T4, método capaz de confirmar ou descartar a existência da doença com segurança.

    O tratamento consiste na reposição hormonal, ou seja, no uso diário de um medicamento via oral pela manhã e em jejum. Geralmente, o hipotireoidismo é definitivo, ou seja, o paciente deverá utilizar o medicamento pelo resto da vida. Entretanto, há casos em que a tireoide recupera o bom funcionamento e o paciente pode interromper o uso do medicamento.

    Toda pessoa que usa remédio para tratar de doenças da tireoide deve manter acompanhamento regular com o endocrinologista, a fim de fazer ajustes na dose do medicamento, conforme a dosagem de TSH e T4 presentes no sangue.

    Por: VANIVALDO CESAR CARDOSO BASTOS – ENDOCRINOLOGIA – CRM: 19004

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